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Grupos de Discussão e Trabalhos

Você sabe o que são os GDTs? Os Grupos de Discussão e Trabalho são espaços deliberativos voltados para a análise e construção de Encaminhamentos e Sugestões que buscam a melhoria do programa. Essas deliberações serão novam ente discutidas e votadas na Assembléia Geral ao final do ENAPET.

A lei 11.180/2005, a qual institui o Programa de Educação Tutorial, bem como a Portaria n. 976/2013 indicam que haverá repasse dos recursos referentes ao valor de custeio das atividades dos respectivos grupos, que será feito diretamente ao tutor pelo FNDE. Nesse sentido, esse GDT tem o objetivo de não apenas discutir a base de financiamento através do custeio, mas, principalmente, construir um documento que consolide as diretrizes de gasto, conforme normativas existentes, contemplando necessidades em geral dos grupos PET, respeitando a ideologia do programa. Além disso, buscar alternativas que estão de acordo com as diretrizes e são apoiadas pela comunidade PETiana de formas auto-suficientes para conseguir recursos financeiros, muitas vezes necessária para a elaboração de projetos dos grupos.

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Pré-GDT: Gestão Financeira Através do Custeio

O custeio deve ser pago semestralmente ao professor/a tutor/a para financiar as atividades do grupo, como compra de materiais de consumo, pagamento de passagens para participação em congresso, entre outros. O valor do custeio equivale a uma bolsa de iniciação científica, 400 reais, por aluno/a bolsista do grupo PET. Entretanto, muitos grupos não conseguem aproveitar o custeio para seu próprio benefício, muitas vezes pela falha do depósito e também por falta de informação de como utilizar esse recurso. Afinal, as limitações do custeio devem ser alteradas? Seu grupo já deixou de gastar o custeio por algum motivo? Como fazer para aproveitarmos o máximo desse recurso, que quando funciona, trás boas consequências para o programa?


Pré-GDT: Formas Alternativas Para Gestão Financeira Autossustentável

O custeio deve ser pago semestralmente ao professor/a tutor/a para financiar as atividades do grupo, como compra de materiais de consumo, pagamento de passagens para participação em congresso, entre outros. O valor do custeio equivale a uma bolsa de iniciação científica, 400 reais, por aluno/a bolsista do grupo PET. Porém, não existe nenhuma garantia que no começo do semestre o valor do custeio estará nas mãos do tutor e ultimamente está sendo realizado apenas 50% do pagamento total. Mesmo assim, o PET é um programa de resistência e não podemos deixar que tentativas de enfraquecer os recursos do Programa obtenham sucesso. Assim, algumas reflexões sempre são válidas, como: Seu grupo já deixou de participar de algo ou realizar alguma atividade por falta de verba? Você acha válido alternativas que vão além do custeio para tornar seu PET um pouco mais autossuficiente? Quais alternativas?

Diante da realidade em que estamos imersos sobre a educação, desde baixo investimento do governo até reformas consideradas duvidosas e implementadas sem grandes discussões, e, sabendo que uma das propostas do Programa de Educação Tutorial é buscar e formular estratégias de desenvolvimento e modernização no ensino superior no país, qual é o papel do PET na discussão da atual conjuntura do sistema educacional brasileiro? Outro problema frequente e que faz parte da realidade PETiana é a evasão dos cursos de graduação que muitas vezes pode acontecer ou por falta de conhecimento do curso escolhido ou até mesmo por dificuldades de se manter na faculdade. Como o PET pode ajudar nesse problema que acaba tornando-se gritante em muitas universidades?

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Pré-GDT: Atuação do PET na Educação Superior no Brasil

Analisando a realidade em que estamos imersos sobre a educação, desde baixo investimento do governo até reformas consideradas duvidosas e implementadas sem grandes discussões, e, sabendo que uma das propostas do Programa de Educação Tutorial é buscar e formular estratégias de desenvolvimento e modernização no ensino superior no país, é de extrema importância a discussão sobre o papel do PET na atual conjuntura do sistema educacional brasileiro.


Pré-GDT: PET na Garantia de um Bem-estar Universitário

Situações como evasão, depressão, reprovação em massa, permanência estudantil e desmotivação com o curso na educação superior do Brasil são cada vez mais recorrentes. É fundamental que o PET discuta qual a sua responsabilidade e reflita sobre possíveis intervenções para garantir o bem-estar dos estudantes de Ensino Superior.

A necessidade de construir um Comitê Local de Avaliação e Acompanhamento (CLAA) representativo e ativo dentro da IES é de extrema importância. O CLAA, que deveria ser constituído por membros tanto da gestão da IES quanto do próprio Programa, ganha visibilidade e alcance maior se atingir seu objetivo e representar totalmente os interessados: tutores, discentes, pró-reitorias de Graduação, Extensão, Ensino e até mesmo Pós-Graduação. Em atuação, é preciso avaliar e acompanhar o andamento das atividades do grupo, aconselhar e integrar. Isso possibilita mudanças necessárias dentro das IES e do próprio Programa, mantendo o contato com os grupos de maneira sistemática e recorrentemente e sempre em comunicação com o Manual de Orientações Básicas (MOB). Por fim, é função do CLAA apoiar tutores e discentes do grupo PET em suas atividades, unificando o PET com a sua IES e trazendo visibilidade para o PET dentro e fora da mesma.

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Pré-GDT: Representatividade: Como Incentivar Discentes e Tutores/as a Participar do CLAA

Comitê Local de Acompanhamento e Avaliação, CLAA, é composto por tutores/as, professores/as conhecedores do programa e estudantes bolsistas do PET, sendo 2/3 dos membros do Comitê indicados pelos integrantes do programa na IES e 1/3 indicados pela Pró-Reitoria de Graduação ou órgão equivalente. O CLAA é um órgão importantíssimo dentro da IES por ter responsabilidades como orientar os grupos e demais órgãos da Instituição em relação às normas do Programa, à elaboração de relatórios e outras atividades compromissadas com a SESu. Entretanto, discentes e tutores/as estão realmente interessados e são incentivados a participar ativamente no CLAA? Como isso compromete a representatividade do comitê dentro da IES? Quais seriam as possíveis soluções para esse problema?


Pré-GDT: Eficiência: Como Promover um CLAA Atuante Dentro da IES

Um CLAA representativo e ativo dentro da IES é de extrema importância. Em atuação, é preciso transformar o acompanhamento e a avaliação dos grupos em atividades não somente obrigatórias, mas aconselhadoras e integradoras, possibilitando assim mudanças necessárias dentro da IES e do próprio Programa. Manter o contato com os grupos é fundamental e tem que ser feito sistemática e recorrentemente. Não só pelo planejamento e avaliação que acontecem anualmente, mas também com visitas e reuniões abertas, aumentando a proximidade com os grupos. Além disso, é responsabilidade do CLAA incentivar a importância de ter grupos PET unidos dentro da IES, para conseguirmos maior visibilidade dentro e fora dela. Isso acontece dentro de sua IES? Quais estratégias podemos utilizar para tornar isso efetivo?

As ações do Mobiliza PET são sempre confirmadas e convocadas por meio de Assembleia Geral, órgão soberano da CENAPET. O objetivo da mobilização é formar uma unidade coesa pela luta dos direitos como PETiano, sem perder a diversidade inerente a cada grupo, buscando a manutenção da educação de qualidade e uma educação tutorial horizontal, crítica, dialógica, inclusiva e participativa, a qual valoriza e estimula a potencialidade de cada um de seus membros. Mas, a Mobilização PETiana, vai além do Mobiliza PET, compreendendo qualquer movimento estudantil que nascem a partir do sentimento e necessidade de constante valorização das ideologias do Programa de Educação Tutorial, em nível local, regional e nacional.

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Pré-GDT: Mobiliza PET

O Mobiliza PET tem o objetivo de tentar reverter o cenário atual que o programa vivencia hoje em meio a tanta fragilização, buscando disseminar os conhecimentos produzidos pelos grupos PET de todo o Brasil assim ampliando a sua visibilidade dentro do contexto acadêmico. As ações do Mobiliza PET são sempre confirmadas e convocadas por meio de Assembleia Geral, órgão soberano da CENAPET.Esse espaço visa promover a discussão desse movimento, uma vez que é de extrema importância que o PET discuta sobre isso e se mobilize pelo nosso programa.


Pré-GDT: Movimentos Estudantis

O movimento estudantil é um ativismo da área da educação no qual os sujeitos são os próprios estudantes, com o objetivo de causar mudanças políticas, ambientais, econômicas e sociais. Embora frequentemente se concentre nas lutas diretamente relacionadas aos estudantes, nas escolas e universidades, tais movimentos também têm papel em eventos políticos e sociais de âmbito nacional. Entendendo que a mobilização vai além do Mobiliza PET, como os grupos devem discutir os movimentos estudantis?

A tríade Ensino, Pesquisa e Extensão é um marco identitário do Programa de Educação Tutorial. Há um estímulo pela busca de uma perspectiva interdisciplinar, por meio da atuação coletiva e de uma interação equilibrada do tripé na graduação, e também pela realização de um diversificado programa de atividades acadêmicas e socioculturais. Com o objetivo de seguir esse preceito de forma crescentemente mais contundente é preciso que um equilíbrio sadio seja alcançado na promoção dos pilares. Assim, deve-se discutir meios de se articular a tríade sem que um de seus componentes reduza a presença de suas contrapartes constitutivas.

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Pré-GDT: Afinal, o que é Pesquisa, Ensino e Extensão?

O PET é um programa dentro de universidades brasileiras que visa a indissociabilidade dos três pilares da graduação: Pesquisa, Ensino e Extensão. Entretanto, para promovermos atividades e incentivarmos o nosso PET a promover a tríade precisamos saber o que o Programa de Educação Tutorial enxerga em cada uma de suas partes. É plausível aproveitarmos esse momento de discussão e refletir essas três definições separadamente, caracterizando-as para assim, uma vez claro em nossas mentes, conseguirmos promover atividades que as integrem.


Pré-GDT: Afinal, Como Promover a Integração da Tríade?

O PET é um programa dentro de universidades brasileiras que visa a indissociabilidade dos três pilares da graduação: Pesquisa, Ensino e Extensão. Quais são as dificuldades enfrentadas pelo seu grupo para promover a tríade? Seu grupo tem problemas na promoção algum pilar? Como seu grupo integra os três pilares nas atividades em que realiza?

A Diversidade é uma realidade de qualquer sociedade, inclusive da comunidade PETiana, que conta com milhares de pessoas das mais diferentes regiões, crenças, orientações sexuais, etnias, classes, entre outros. Nesse sentido, a luta pelo respeito e pela inclusão da Diversidade se torna essencial para que o Programa fomente não apenas uma aprendizagem acadêmica, mas também vivencial, expandindo sua visão e atuação.

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Pré-GDT: O PET e a Representatividade Negra

O movimento negro luta por direitos do povo preto e possui papel fundamental no que diz respeito ao fortalecimento bem como visibilidade dos saberes, ancestralidade e demandas referentes à população negra. O Brasil é um país marcado por um formato peculiar de lidar com a questão racial por razão de um intenso período escravocrata e a crescente tentativa, desde o período pós-abolicionista, de embranquecer a população negra por meio de uma perspectiva higienista. Portanto, o racismo no Brasil configura-se como uma questão estrutural. Este racismo desdobra-se em diversos formatos que vão desde o racismo estrutural até o racismo simbólico. Os saberes e conhecimentos do povo preto são diluídos por uma história contada somente por meio de uma ótica branca. Dessa forma, é fundamental para o PET mostrar-se espaço suscetível para as pautas e conhecimentos da população negra bem como reforçar o caráter anti-racista do Programa.


Pré-GDT: O PET e a Representatividade LGBT

A causa LGBT tem lutado por direitos, buscando promover mudanças estruturais na sociedade. O movimento tem papel fundamental no acolhimento, educação, mobilização e defesa dos direitos da população LGBT. Hoje, o Brasil ocupa o vergonhoso primeiro lugar em homicídios de LGBTs nas Américas. Diante disso, é fundamental que o PET discuta não apenas sobre reivindicação e defesa dos direitos da população LGBT, mas também reflita sobre medidas para garantir a visibilidade desse grupo, principalmente dentro do PET. Buscando sempre a criação de ambientes seguros para essa parte da população e evitando preconceitos diários que acabam levando a diversos tipos de violência.


Pré-GDT: O PET e a Representatividade Feminina

A luta das mulheres por direitos e pela igualdade é uma discussão de extrema importância para a sociedade como um todo. É conhecido que o machismo é o preconceito mais praticado no Brasil. Com isso, é fundamental que o PET discuta não apenas sobre reivindicação e defesa dos direitos da mulher, mas também sobre respeito, igualdade e poder feminino. Além disso, tem-se o objetivo de instigar as mulheres a discutir sobre as realidades e vivências recorrentes dentro de cada PET, identificando então onde o tema se aplica dentro do seu PET especificamente.


Pré-GDT: O PET e a Representatividade das Comunidades Tradicionais

De acordo com o Decreto 6040/2007, o qual instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, os povos e comunidades tradicionais são definidos como "grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos por tradição".

Temos também previsão constitucional, no artigo 5º, de que somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Todavia, torna-se cada vez mais necessário o diálogo pela busca não apenas da igualdade em seu sentido formal, mas também a igualdade material, ou seja da substantivação do seu conteúdo.

Como forma de atingir essa igualdade e reparar as desigualdades históricas sofridas por grupos sociais vulneráveis, o Brasil passa por um processo de inclusão étnica, como visto pelas políticas de ações afirmativas. Dessa forma, é fundamental para o PET mostrar-se como espaço de diálogo de pautas das comunidades tradicionais, além de estimular uma rica troca com diferentes saberes.

O InterPET visa o estabelecimento de uma identidade local do Programa dentro de cada IES, refletindo a unidade entre os grupos da mesma. É um incentivo ao compartilhamento de conhecimento, ideias e experiências de sucesso e também uma forma de buscar suporte em outros grupos para a resolução de problemas internos, através da integração interdisciplinar entre grupos distintos. Impactos positivos são o aumento da visibilidade e da escala dos projetos. Nesse GDT serão colocadas em pauta propostas de fortalecimento e incentivo à realização do InterPET.

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Pré-GDT: Desafios na Construção de um InterPET Integrado

É perceptível que existem muitos desafios para integrar todos os grupos PET dentro de uma IES. Assim, esse espaço visa a discussão sobre o que é o InterPET, o levantamento de propostas sobre como envolver os grupos PET, despertar o interesse dos PETianos/as, dar início a um movimento integrado e desenvolver uma identidade local.


Pré-GDT: Desafios na Consolidação de um InterPET

Mesmo tendo um InterPET estabelecido dentro de uma IES, ainda há dificuldades a serem enfrentadas para a sua manutenção e fortalecimento. Esse espaço é voltado à discussão da visibilidade e à formalização dos InterPETs, bem como a discussão sobre as atividades de integração que podem ser praticadas. Ademais, um tópico importante a ser levantado é a possibilidade da realização de parcerias entre InterPETs de instituições distintas.

A visibilidade e a imagem de cada grupo PET são essenciais para o fortalecimento do programa como um todo, ampliando o seu impacto e alcance. Para o reconhecimento do Programa e do trabalho realizado é necessário o conhecimento das atividades realizadas pelos mesmos dentro da Universidade e da comunidade em que estão inseridos. Assim, é preciso sempre buscar novas formas de divulgação, atuando em frentes como a informatização e o contato direto com o corpo docente e discente de cada instituição, bem como a comunidade externa. A conexão e integração entre os grupos PET permitindo a troca de saberes e compartilhamento de experiências e projetos também é uma forma de impulsionar o crescimento dos grupos de todo o país. Essas são as principais propostas de discussão dentro desse GDT.

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Pré-GDT: Estratégias de Divulgação Externa

Esse é um espaço voltado à discussão sobre estratégias de divulgação das atividades realizadas pelos grupos PET para a comunidade que os cerca: docentes, discentes e o público externo. Pretende-se aqui dialogar sobre como utilizar os recursos e plataformas disponíveis para tal objetivo.


Pré-GDT: Estratégias de Compartilhamento de Informação entre os Grupos

Esse é um espaço voltado à criação de propostas que incentivem a conexão e integração entre os grupos PET, visando criar estratégias de troca de conhecimento e informação. Promover o compartilhamento de experiências de sucesso e os desafios enfrentados pode servir de auxílio na elaboração dos projetos de outros grupos.

Grupos interdisciplinares tem um importante papel no programa, passando pelo desafio único de integrar membros de diversas formações de modo a formar uma identidade de grupo característica, aproveitando o conhecimento específico de cada integrante para promover projetos variados. Esse é um espaço para a discussão dos problemas enfrentados por esses grupos e para a construção de diretrizes que os mesmos podem seguir para tornarem-se cada vez mais fortes.

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Pré-GDT: As Particularidades Normativas dos Grupos Interdisciplinares

As normativas do PET são essenciais para a manutenção do programa e fornecem as diretrizes sobre as responsabilidades, direitos e deveres de cada grupo. Assim, é de extrema importância a discussão sobre a inclusão de normativas que façam alusão às particularidades referentes aos grupos interdisciplinares.


Pré-GDT: Práticas e Dificuldades dos Grupos PET Interdisciplinares

Os grupos interdisciplinares apresentam capacidades e desafios únicos por englobarem diversas áreas do conhecimento. Assim, propõe-se a discussão sobre os problemas enfrentados pelos mesmos e as práticas adotadas para o bom andamento de um grupo com tais características.

A integração entre os grupos PET a nível local, regional e nacional tem ainda muito espaço para discussão e crescimento, permitindo o fortalecimento do programa através da união PETiana e da realização de grandes projetos coletivos. Esse GDT será um espaço voltado à construção de propostas e plataformas para o compartilhamento de informações, conhecimentos e aprendizados obtidos por cada grupo na realização de suas atividades, de modo a consolidar a identidade nacional do Programa.

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Pré-GDT: A Elaboração de Projetos Colaborativos

A discussão será focada em torno da realização de parcerias entre grupos PET diferentes, da mesma IES ou de instituições distintas, para realização de atividades e projetos colaborativos entre os mesmos. O objetivo é que se possa aumentar o impacto de tais projetos, unir e aproveitar as potencialidades de cada grupo.


Pré-GDT: O Fortalecimento da Integração PETiana

Esse Pré- GDT será um espaço voltado à consolidação da identidade nacional do Programa, de modo a integrar cada vez mais os grupos e promover uma troca eficiente de informação, ressaltando temas como encontros por temáticas de grupos. É um espaço aberto à discussão visando responder à seguinte pergunta: Como promover a integração regional, nacional eficiente entre os grupos pertencentes ao programa?

Os encontros regionais e nacionais são espaços que os grupos de todo o país têm para levantar os problemas encontrados e fazer propostas de melhoria para o Programa. Assim, a integração desses eventos é de extrema importância para a manutenção e melhoria contínua do Programa de Educação Tutorial. Esse espaço de GDT é voltado à discussão de encaminhamentos que auxiliem os próximos encontros no sentido de alinhar os eventos, tornar a organização dos mesmos mais colaborativa e incentivar a participação de discentes e tutores do maior número possível de grupo.

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Pré-GDT: Construção de Encontros Regionais

Os encontros regionais são espaços onde são fomentadas discussões a respeito do programa como um todo, sendo o local onde os primeiros encaminhamentos e sugestões para manutenção e melhoria do programa são feitos. O foco se dará em torno do incentivo à organização desses encontros regionais, focando em aspectos como a sua integração, de modo a promover as pautas a nível nacional.


Pré-GDT: Construção de Encontros Nacionais

O encontro nacional é um espaço fundamental para a elaboração de diretrizes que servirão de base para o programa, visando dar continuidade e ampliar o que é discutido nos encontros regionais, destacando seus principais temas. O foco desse pré-GDT é criar diretrizes que incentivem e facilitem a participação das IES na realização desses encontros.

O Programa de Educação Tutorial tem ideais bem fundamentados focados na melhoria da qualidade de ensino na graduação. Assim, é preciso que os processos seletivos e de desligamento, tanto de discentes quanto de tutores, reflitam esses princípios e cumpram as diretrizes pré-estabelecidas para tal, respeitando as necessidades individuais de cada grupo. Esse GDT visa discutir os critérios utilizados nesses processos atualmente, bem como levantar propostas para aperfeiçoamento dos mesmos.

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Pré-GDT: Processo de Seleção no PET

A discussão será focada nas normativas existentes e nos processos vigentes utilizados pelos grupos PET no processo da seleção de novos membros, tanto tutores quanto discentes, criando e atualizando diretrizes para a melhoria contínua de tais processos.


Pré-GDT: Processo de Desligamento no PET

Neste espaço serão discutidos os motivos pelos quais se justificaria o desligamento de um/a petiano/a, bem como os procedimentos adequados a serem utilizados em tais casos. Também serão abordados planos de ação para solucionar casos problemáticos para que estes não resultem em desligamentos imediatos.

O Programa de Educação Tutorial é um programa complexo e multifacetado que conecta uma infinidade de grupos e indivíduos, compreendendo a uma enorme diversidade de ideias e projetos. Esses grupos, apesar das diferenças, mostram que é possível trabalhar por um mesmo ideal em busca de um objetivo em comum. Desse modo, fazer parte dessa comunidade traz consigo uma grande responsabilidade. Nesse GDT, mais uma vez buscamos compreender e caracterizar a identidade PETiana, esclarecendo nossas responsabilidades social, política, pedagógica, extensionista e acadêmica, como grupos e como indivíduos.

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Pré-GDT: Responsabilidade com a Identidade PETiana

Ser PETiano/a é estar alinhado/a aos valores éticos e morais que refletem os ideais do programa e de sua comunidade, trazendo consigo uma grande responsabilidade. Esse espaço será voltado à discussão e entendimento de tais valores e ideais e da postura esperada de um membro do programa.


Pré-GDT: Responsabilidade com a Horizontalidade dentro dos Grupos PET

É fundamental garantir que todos/as os/as PETianos/as sejam ouvidos/as igualmente nas discussões, especialmente naquelas em que existam grandes divergência, para que nada seja imposto. É importante sempre buscar um consenso por parte do grupo. Ainda, deve-se evitar uma grande discrepância na atribuição de atividades importantes durante a execução de um projeto. A horizontalidade é o ideal do programa que permite que isso aconteça, por isso sua importância. Dessa forma, esse espaço é voltado à discussão de estratégias que garantam essa horizontalidade, especialmente em situações decisivas para os rumos tomados pelo grupo, tais quais a realização de planejamentos, a utilização da verba de custeio e a elaboração de relatórios.